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“Temos que manter a economia a funcionar até a situação melhorar” 

Presidente do Governo agradeceu a determinação dos empresários da Região por ocasião da 31ª edição das 500 Maiores Empresas. Albuquerque abordou ainda a alocação de apoio financeiro às empresas na medida das capacidades da Região    10-12-2020 Presidência
“Temos que manter a economia a funcionar até a situação melhorar” 

O Presidente do Governo Regional, Miguel Albuquerque, interveio quinta-feira, 10 de dezembro, na 31ª edição das 500 Maiores Empresas, iniciativa promovida pelo Diário de Notícias, em parceria com a Previsão, ECAM e PKF-Madconta, com o objetivo de distinguir o tecido empresarial regional, tendo por base o exercício no ano transato. 

Na ocasião, o Chefe do Governo agradeceu e reconheceu o esforço, a resistência e a determinação dos empresários madeirenses e porto-santenses para fazer face ao desafio incomensurável imposto pelo COVID-19. 

Miguel Albuquerque disse que o seu Executivo sabe as ajudas disponibilizadas nunca são suficientes quando comparadas com o impacto económico da pandemia. 

Não obstante, o líder do Executivo sublinhou que tudo tem vindo a ser feito na medida das capacidades da Região para responder aos anseios das empresas e dos empresários. 

O governante regista igualmente a forma célere e eficaz com que as ajudas têm sido disponibilizadas e, sobretudo aproveitadas pelos empresários, manifestando-se ainda ciente da existência de alguns obstáculos burocráticos, designadamente a “regra dos mínimos”. 

“É uma regra que vigora na UE e que temos que ultrapassar – já o fizemos na Linha COVID –, mas temos de continuar a fazê-lo, tentando sempre sensibilizar a Comissão para a necessidade de agir de uma forma diferente num contexto que é diferente e singular”, referiu Miguel Albuquerque. 

O Presidente do Governo recordou que a vacina, a ser aplicada no 1º trimestre de 2021, constitui um horizonte de esperança, mas que, até ao final da presente ameaça com efeitos nefastos em todos os setores da atividade económica, é necessário manter a economia, as empresas e o emprego a funcionar.  


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