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«Nova Central Hidroelétrica da Calheta é obra monumental ao serviço do futuro da Madeira»

O presidente do Governo Regional reiterou hoje o «grande orgulho que os madeirenses e os porto-santenses têm na Empresa de Eletricidade da Madeira, que é uma empresa de ponta, tecnicamente do mais avançado que temos no País». 26-02-2025 Presidência
«Nova Central Hidroelétrica da Calheta é obra monumental ao serviço do futuro da Madeira»

Miguel Albuquerque falava durante uma visita que fez à “nova” Central, um investimento de 4,9 milhões de euros, apoiado pelo PRR e que vem complementar a ampliação do Aproveitamento Hidroelétrico da Calheta, uma obra que orçou os 69 milhões de euros.

Segundo o líder madeirense, aquela é uma obra monumental que está ao serviço da Madeira, mas sobretudo ao serviço do futuro e das novas gerações da Madeira».

Dirigindo-se aos funcionários presentes durante a visita, disse que aquela obra é o resultado do esforço, da dedicação e do empenho de todos os profissionais da EEM

«Neste momento, estamos aqui a encerrar um ciclo desta obra, com o investimento que foi feito nesta central.», relevou, recordando o trabalho realizado no âmbito da ampliação do

Aproveitamento Hidroelétrico da Calheta, para o qual, sublinhou, muito contribuiu o saudoso Rui Rebelo, antigo presidente da EEM.

Aliás, o governante considera que «foi de uma justiça absoluta termos atribuído o nome de Rui Rebelo àquela grande infraestrutura (sistema de fins múltiplos da Calheta), tendo em conta os anos de dedicação que ele teve ao serviço da EEM e da nossa Região».

Miguel Albuquerque deu ainda os parabéns à administração da Empresa de Eletricidade, por duas razões: «Por ter sido a primeira empresa a concluir um projeto do PRR, que foi o da requalificação da Central da Serra de Água; e pela forma como a administração entendeu que é fundamental todos os funcionários e diretores desta empresa perceberem o que esta empresa está a fazer e a relevância do seu trabalho, como é exemplo a sua presença nesta obra».

A Central da Calheta I (CTA I), em exploração desde 1953 (mais de 70 anos de exploração), que estava parada desde 2023, foi renovada, sendo uma central totalmente nova, em todos os seus equipamentos. Manteve-se apenas o edifício, preservado pelo seu interesse arquitetónico e porque faz parte do legado deixado na Madeira pelo Arquiteto Chorão Ramalho.


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