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Orçamento Suplementar confirma determinação do Governo Regional

O vice-presidente do Governo Regional, Pedro Calado, disse esta tarde, na Assembleia Legislativa, que o orçamento suplementar para 2020 é “a reconfirmação da determinação do Governo Regional numa orientação estratégica, alicerçada, como sempre, no desenvolvimento sustentável”. 23-07-2020 Vice-Presidência
Orçamento Suplementar confirma determinação do Governo Regional
Pedro Calado, que falava no encerramento do debate sobre Orçamento Suplementar para 2020, recordou, também, no primeiro trimestre de 2020, a Região estava a crescer há 81 meses consecutivos, tendo um valor recorde do Produto Interno Bruto de quase 5,1 mil milhões de euros.
Até ao primeiro trimestre deste ano, disse o governante, “assistimos a um crescimento económico sem precedentes. Assistimos ao relançamento da economia, contribuindo para o aparecimento de mais empresas, que levaram a uma maior produção, a um maior consumo, que, por sua vez, geraram mais emprego e contribuíram para uma diminuição da taxa de desemprego”. 
Mas, os tempos são outros. O momento presente, afirmou Pedro Calado, “exige maior investimento público, por forma a alterar a atual conjuntura”. Por outras palavras, explicitou, “o investimento público será o parâmetro que vai fazer a diferença da sustentabilidade de milhares de empresas do nosso país, funcionando como catalisadores do desenvolvimento e do crescimento económico”.
Na oportunidade, e porque o tema dos contratos-programa também foi abordado, Pedro Calado disse que “o valor médio de investimento do Governo Regional nos diferentes concelhos, entre investimento individual em cada um dos concelhos e, adicionalmente, através de investimento intermunicipal, que abrange mais do que um concelho, entre 2015 e 2020, ou seja, nos últimos seis anos, a média de investimento foi superior a 400 milhões de euros por ano, beneficiando todos os concelhos da Região. Sem exceção”.
Face a este valor, disse, “não se compreende que, com as dificuldades que a República hoje impõe à Região Autónoma da Madeira, e fazendo o Governo Regional este enormíssimo esforço de investimento em todos os concelhos da Região, ainda queiram fazer contratos-programa”. 
“Só se querem realizar obra nos seus concelhos – que são da sua competência – com o dinheiro do Governo Regional e tirar proveitos eleitorais, ou outros interesses pessoais, com verbas do Governo Regional. Isso não aceitamos”, rematou o governante.