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Porto do Funchal está à altura para operações de “turnaround”

O vice-presidente do Governo Regional da Madeira, Pedro Calado, diz que o porto Funchal, ao conseguir, em menos de 24 horas, preparar uma operação de “turnaround” em alternativa a Canárias – obrigada a cancelar a operação devido à tempestade de areia proveniente do Saara e ao encerramento de aeroportos –, demonstra que a Região tem competência e capacidade de resposta para este tipo de operações. 24-02-2020 Vice-Presidência
Porto do Funchal está à altura para operações de “turnaround” Pedro Calado assegura que, com esta opção da companhia alemã AIDA, fica também demonstrado que “a Região tem os recursos humanos e técnicos necessários e preparados para dar uma resposta em situações imprevistas como foi o caso desta, agora, em Canárias, que obrigou o navio “AIDA Nova” a ter de vir à Madeira, esta segunda-feira, buscar os passageiros, que deveriam embarcar em Las Palmas”.
No início de dezembro do ano passado, devido às condições atmosféricas adversas no Aeroporto Internacional da Madeira – Cristiano Ronaldo, levou a que o navio "Mein Schiff Herz" tivesse de embarcar os passageiros em Canárias.
Isto só vem demonstrar também, conforme referiu Pedro Calado, que ao contrário do que alguns afirmam, “este tipo de fenómenos não afeta apenas a Madeira e o Porto Santo, afeta também outros aeroportos, como foi o caso, agora, dos de Canárias, que se viram com uma nuvem de poeira oriunda do deserto do Saara e que esteve a condicionar os aeroportos daquele arquipélago espanhol”.
Por isso, disse, “não vale a pena denegrirmos aquilo que é nosso quando acontece uma situação de ventos no Aeroporto da Madeira, porque ocorrem fenómenos adversos noutros aeroportos, alguns até com maior gravidade, como também foi o caso, agora, em Canárias”.
Por outro lado, acrescentou ainda o vice-presidente, o facto da AIDA ter contactado a Região demonstra também a importância do investimento que tem sido feito pela Administração de Portos da Madeira (APRAM) em recursos humanos e técnicos, onde se inclui uma máquina de Raio X que tem sido utilizada no “turnaround” com outros navios.
Para o sucesso desta operação, que envolveu cerca de 1.500 passageiros que estavam previstos neste cruzeiro, foi também determinante, conforme referiu o vice-presidente do Governo Regional, o empenho e envolvimento das agências de viagens e operadores que, em articulação com a APRAM, conseguiram viabilizar este “turnaround”.
Na oportunidade, Pedro Calado não deixou de sublinhar também “a grande prontidão, a eficácia e todo o profissionalismo que a equipa da APRAM” que tornaram possível toda esta operação, que decorreu num curto espaço de tempo.


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