Miguel Albuquerque esteve hoje no Jardim Botânico, onde participou nas comemorações dos 66 anos daquela instituição.
O presidente do Governo Regional, na ocasião, contactou com o Banco de Plantas (uma iniciativa que pretende incentivar a troca de espécies e de conhecimento entre o Jardim Botânico e a comunidade) e visitou a Estufa das Bromélias (uma nova atratividade) e o renovado Museu de História Natural localizado naquele Jardim.
Os 66 anos do Jardim Botânico estão a ser comemorados ao longo de todo este mês de abril, com corolário neste dia 30. Para assinalar a data, foram realizadas durante este mês (e até aos primeiros dias de maio) diversas iniciativas, de forma a reafirmar o seu papel central na conservação da biodiversidade, na educação ambiental e na valorização turística da Região Autónoma da Madeira
Uma das principais novidades das comemorações deste ano é a criação do “Banco de Plantas”, uma iniciativa que pretende incentivar a troca de espécies e de conhecimento entre o Jardim Botânico e a comunidade, com ambição de se afirmar como tradição anual.
Outro destaque é a Estufa das Bromélias (que acolhe também algumas orquídeas), criada recentemente, numa área que estava abandonada. É uma obra de administração direta.
Quanto à obra de requalificação do Museu de História Natural, foram 10 mil euros investidos na melhoria das condições para quem lá trabalha e também para os visitantes.
O programa comemorativo incluiu visitas temáticas, exposições, atividades pedagógicas e o lançamento de novos projetos, numa estratégia que visa aproximar a comunidade local, os visitantes e as escolas a este espaço emblemático.
Entre as iniciativas encontram-se quatro visitas integradas na iniciativa “12 meses, 12 visitas”, que aborda diferentes dimensões do mundo vegetal.
Paralelamente, está patente, entre 7 de abril e 5 de maio, no Museu de História Natural do Funchal, uma exposição temporária da ilustradora Elisabete Henriques, dedicada a espécies botânicas, reforçando a ligação entre ciência e arte.
A vertente educativa saiu igualmente reforçada, com ateliers dirigidos às escolas, promovendo a sensibilização das gerações mais jovens para a importância da preservação do património natural.