Pensado para apoiar as pessoas em situação de desemprego involuntário, o Programa de Criação de Empresas e Emprego (CRIEE) já contribuiu, desde 2015, para a criação de 1008 postos de trabalho, com uma taxa de sucesso da ordem dos 90%.
Esta segunda-feira, o auditório da Secretaria Regional de Inclusão, Trabalho e Juventude (SRIJT) foi palco para mais uma cerimónia de assinatura de 10 novos contratos de promoção à criação de emprego, numa sessão presidida pela secretária regional, Paula Margarido, que contou com a presença do presidente do Instituto de Emprego da Madeira (IEM), Pedro Gouveia.
Os 10 contratos de concessão, hoje formalizados, apoiam diretamente a criação de 11 novos de trabalho, num montante de cerca de 300 mil euros. Desde 2015, a Região já investiu, ao abrigo do CRIEE, mais de 11 mil euros.
“Cada projeto apoiado representa uma decisão corajosa, uma aposta no futuro e uma contribuição concreta para a coesão económica e social da Madeira. Estamos a falar de um investimento global de cerca de 300 mil euros, que se traduz, de forma direta, em novas oportunidades, em autonomia para os promotores e em valor acrescentado para a nossa economia”, sublinhou Paula Margarido, no decorrer da cerimónia.
Também Pedro Gouveia destacou a importância destes incentivos para a criação de postos de trabalho e de empresas, “beneficiando não só quem se encontra em situação de desemprego, mas também o tecido empresarial regional, que se pretende cada vez mais dinâmico e diversificado".
O CRIEE destina-se a desempregados, inscritos no Instituto Emprego da Madeira, com idade igual ou superior a 18 anos e em situação de desemprego involuntário.
Ema Sousa, formada em psicologia, é um dos exemplos da importância deste apoio cofinanciado pela União Europeia. Aos 27 anos, vai dinamizar o seu próprio projeto, um ‘consultório’ online destinado às comunidades nómadas e aos emigrantes.
“Quando concluí os meus estudos e regressei à ilha, vi neste projeto inovador a minha oportunidade de carreira. Contudo, sem o apoio do Instituto de Emprego da Madeira nunca teria conseguido avançar”, conclui a jovem.