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Investir em ciência e tecnologia é investir no futuro da Região

A Secretária Regional de Educação, Ciência e Tecnologia, Elsa Fernandes, esteve presente, na sessão de abertura do Workshop Descentralizado 08-05-2026 Educação, Ciência e Tecnologia
 Investir em ciência e tecnologia é investir no futuro da Região

O Workshop Descentralizado promovido no âmbito do processo de avaliação estratégica para a definição das prioridades nacionais de investigação e inovação, associado à criação da AI2, contou com a presença da Secretária Regional de Educação, Ciência e Tecnologia.

 

Na ocasião, Elsa Fernandes destacou que «vivemos um tempo em que o conhecimento deixou de ser apenas um instrumento de progresso académico para assumir um papel central na competitividade económica, na coesão social e na sustentabilidade ambiental. A ciência e a inovação são hoje fatores estruturantes do desenvolvimento dos territórios. E é precisamente por isso que este processo de auscultação descentralizada assume especial importância: porque reconhece que as prioridades nacionais devem também refletir a diversidade das realidades regionais, valorizando os contributos, os recursos, as capacidades instaladas e as especificidades de cada território».

 

A governante sublinhou ainda que «a Madeira tem vindo a afirmar-se, de forma progressiva e consistente, como uma Região capaz de gerar conhecimento, promover investigação de qualidade e criar pontes entre academia, empresas, administração pública e sociedade civil», acrescentando que o investimento em ciência e tecnologia representa «um investimento no futuro da Região».

No âmbito das políticas desenvolvidas nas áreas da educação, ciência e tecnologia, Elsa Fernandes referiu que o Executivo Regional tem procurado «reforçar políticas que aproximem os jovens das áreas STEM, promover a literacia científica, apoiar projetos de investigação aplicada e estimular ecossistemas de inovação capazes de gerar impacto económico e social».

 

A Secretária Regional enfatizou também a importância do investimento em áreas como «a inteligência artificial, a biotecnologia, a engenharia de materiais, a energia, a resiliência climática e a valorização dos recursos naturais, que constituem domínios estratégicos onde a Região pode e deve afirmar-se». 

 

«A nossa condição ultraperiférica não deve ser vista como limitação, mas antes como oportunidade para desenvolver soluções inovadoras adaptadas a contextos específicos, potenciando a ligação entre ciência, território e desenvolvimento sustentável», concluiu.


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