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Segunda ERPI em perspetiva: Cruz Vermelha pretende reforçar acolhimento residencial a idosos

A intenção de construir uma segunda Estrutura Residencial para Pessoas Idosas (ERPI) no Funchal marcou a visita realizada esta quinta-feira pela Secretária Regional de Inclusão, Trabalho e Juventude, Paula Margarido, ao Lar Dona Olga, localizado no Caminho da Achada, no Funchal. 09-05-2026 Inclusão, Trabalho e Juventude
Segunda ERPI em perspetiva: Cruz Vermelha pretende reforçar acolhimento residencial a idosos

A intenção de construir uma segunda Estrutura Residencial para Pessoas Idosas (ERPI) no Funchal marcou a visita realizada esta quinta-feira pela Secretária Regional de Inclusão, Trabalho e Juventude, Paula Margarido, ao Lar Dona Olga, localizado no Caminho da Achada, no Funchal.

 

A governante, acompanhada pela Presidente do Instituto de Segurança Social da Madeira (ISSM), Nivalda Gonçalves, foi recebida pelo Presidente da Delegação da Madeira da Cruz Vermelha Portuguesa (CVP), Rui Nunes, bem como por elementos do Conselho de Administração da instituição.

 

A visita permitiu conhecer de perto as condições de acolhimento, segurança e organização desta ERPI, pertencente à Delegação Regional da Cruz Vermelha Portuguesa, que conta com cerca de 25 anos de dedicação ao apoio e proteção da população sénior.

Durante o encontro de trabalho realizado no âmbito da visita, foram abordadas as possibilidades de enquadramento e apoio disponíveis para um futuro projeto de expansão da resposta residencial da instituição. O terreno destinado à eventual construção da nova ERPI, igualmente localizada no concelho do Funchal, já se encontra adquirido.

 

Na ocasião, Paula Margarido destacou a importância da iniciativa da Cruz Vermelha Portuguesa no reforço das respostas sociais dirigidas à população idosa, manifestando abertura institucional para acompanhar projetos que contribuam para a qualificação e ampliação da rede social existente na Região.

 

«É importante valorizar o trabalho desenvolvido por instituições com experiência consolidada nesta área e a sua capacidade de identificar novas necessidades sociais. O reforço das respostas residenciais para idosos continua a ser um desafio relevante e iniciativas desta natureza representam um contributo positivo para esse objetivo», afirmou a secretária regional.

 

A governante salientou ainda o papel do Instituto de Segurança Social da Madeira na análise e acompanhamento deste tipo de investimentos sociais, sublinhando a relação de proximidade e cooperação institucional mantida ao longo dos anos com a Delegação Regional da CVP e o Lar Dona Olga.

 

Atualmente, o Lar Dona Olga dispõe de capacidade para 21 utentes, destacando-se pelas condições de acessibilidade, segurança e pela componente intergeracional proporcionada pela coexistência, no mesmo complexo, com uma escola de Educação Infantil e do 1.º Ciclo frequentada por cerca de 190 crianças.

 

Margarido destaca dimensão humana e intergeracional

 

«Esta visita permitiu-nos reconhecer a dedicação dos profissionais e a qualidade do acompanhamento prestado aos utentes. Trata-se de um espaço que alia segurança, proximidade e uma forte dimensão humana. A convivência entre crianças e idosos, no mesmo complexo, constitui também um exemplo muito positivo de interação intergeracional e de promoção de laços comunitários», referiu Paula Margarido.


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