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Programa ‘Regressar’ apoia adaptação de habitações e aquisição de equipamentos essenciais

O projeto ‘Regressar’ visa apoiar famílias economicamente vulneráveis na adaptação das habitações ou na aquisição de equipamentos essenciais ao bem-estar e à autonomia no domicílio. 20-05-2026 Inclusão, Trabalho e Juventude
Programa ‘Regressar’ apoia adaptação de habitações e aquisição de equipamentos essenciais

O projeto ‘Regressar’ visa apoiar famílias economicamente vulneráveis na adaptação das habitações ou na aquisição de equipamentos essenciais ao bem-estar e à autonomia no domicílio.

 

Promovido pela ASA – Associação para o Desenvolvimento da Freguesia de Santo António, com nu apoio do Governo Regional da Madeira, através da Secretaria Regional de Inclusão, Trabalho e Juventude (SRITJ), o ‘Regressar’ é direcionado para pessoas acamadas, com mobilidade reduzida, limitações funcionais significativas ou patologias incapacitantes. O contrato-programa relativo à iniciativa foi hoje formalizado e prevê uma comparticipação financeira até 238.850 euros para a execução do projeto durante o ano de 2026.

 

“Com este programa, promovido pela ASA e dinamizado pela Direção Regional da Cidadania e dos Assuntos Sociais, o Governo Regional assegura os meios necessários para que os cidadãos vivam com autonomia, segurança e dignidade na sua própria casa, cumprindo a nossa estratégia de inclusão social e garantindo que ninguém fique para trás, através da implementação de medidas concretas de apoio à vida independente”, explicou a Secretária Regional de Inclusão, Trabalho e Juventude, Paula Margarido, durante a cerimónia.

 

A sessão de formalização do contrato-programa do ‘Regressar’ decorreu esta tarde, no auditório da Secretaria Regional de Inclusão, Trabalho e Juventude, contando com a presença da diretora regional da Cidadania e dos Assuntos Sociais, Graça Moniz, e do presidente da ASA, que aproveitou o momento para agradecer o apoio do Governo Regional.

 

“Este é um bom exemplo da boa aplicação dos dinheiros públicos, de como todos podemos, juntos, pensar e criar novas ferramentas para apoiar as pessoas mais vulneráveis”, afirmou Marcelo Gouveia.


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