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«A Autonomia Política da Madeira é uma das realizações de maior sucesso da democracia portuguesa»

Apontando ao facto de ter sido a Autonomia Política a permitir à Madeira ser hoje a região do País que mais convergiu com a União Europeia, Miguel Albuquerque, defendeu hoje, na Sessão Plenária Comemorativa dos 50 anos da Autonomia das Regiões Autónomas dos Açores e da Madeira, na Assembleia da República, em Lisboa, ser imperativa a revisão da Lei das Finanças Regionais, facultar um regime fiscal próprio, assim como assegurar poderes efetivos na gestão do território, pelo que, também no quadro c 26-06-2026 Presidência
«A Autonomia Política da Madeira é uma das realizações de maior sucesso da democracia portuguesa»

«A Autonomia Política da Madeira é uma das realizações de maior sucesso da democracia portuguesa, porquanto promoveu uma modernização estrutural, económica, educacional, social e cultural, impensável para as gerações anteriores, que infelizmente não viveram esse momento histórico.»

O Presidente do Governo Regional, Miguel Albuquerque, sustentou hoje, na sua intervenção, na Sessão Plenária Comemorativa dos 50 anos da Autonomia das Regiões Autónomas dos Açores e da Madeira, na Assembleia da República, em Lisboa, que foi a Autonomia Política – um instrumento eficaz de governação, de responsabilidade democrática e de prosperidade – que permitiu à Madeira ser hoje a região do País que mais convergiu com a União Europeia, e a que, nos últimos dez anos, quase duplicou o seu Produto Interno Bruto, apresentando, cumulativamente, a dívida pública mais baixa em percentagem do PIB e a que tem a menor taxa de desemprego.

Não obstante, e perspetivando aquelas que são as necessidades prementes para o desenvolvimento e crescimento da Região, o Chefe do Governo defendeu ser imperativa a revisão da Lei das Finanças Regionais, facultar um regime fiscal próprio, assim como assegurar poderes efetivos na gestão do território, pelo que, também no quadro constitucional, há que fazer as reformas que são necessárias.

«Nós, Madeirenses, não precisamos de proclamações de amor da Pátria. Nem precisamos de demonstrar nada. Está tudo demonstrado», apontou o líder do Executivo.

«Nós precisamos é de decisões claras e efetivas da República para continuarmos a realizar na nossa Madeira, o Portugal do futuro», vincou.

 

 


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