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Taxa de desemprego fixa-se em 3,5%, novo mínimo histórico na Madeira

A taxa de desemprego na Região Autónoma da Madeira fixou-se em 3,5% no segundo trimestre de 2026, constituindo um novo mínimo histórico e mantendo a Região com a taxa de desemprego mais baixa do País. 05-08-2026 Inclusão, Trabalho e Juventude
Taxa de desemprego fixa-se em 3,5%, novo mínimo histórico na Madeira

A taxa de desemprego na Região Autónoma da Madeira fixou-se em 3,5% no segundo trimestre de 2026, constituindo um novo mínimo histórico e mantendo a Região com a taxa de desemprego mais baixa do País.

 

De acordo com os resultados do Inquérito ao Emprego relativos ao 2.º trimestre de 2026, hoje divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), a taxa de desemprego na Madeira diminuiu 1,3 pontos percentuais face ao trimestre homólogo e 1,0 ponto percentual relativamente ao trimestre anterior.

 

Os dados revelam ainda que a população ativa atingiu um máximo histórico de 142,8 mil pessoas, registando um crescimento de 4,8% face ao período homólogo, correspondente a mais 6,5 mil pessoas. Este resultado demonstra que a redução do desemprego ocorre num contexto de maior participação no mercado de trabalho, refletindo a capacidade da economia regional para gerar emprego e integrar um número crescente de trabalhadores.

 

“Os indicadores do INE voltam a confirmar a solidez do mercado de trabalho regional. A população ativa atingiu um novo máximo histórico, com 142,8 mil pessoas, o que significa que há cada vez mais madeirenses e porto-santenses disponíveis para trabalhar e, simultaneamente, menos desemprego. Este é um sinal muito claro da confiança das pessoas, do dinamismo da nossa economia e da capacidade da Região para criar emprego”, afirma a Secretária Regional de Inclusão, Trabalho e Juventude, Paula Margarido.

 

No conjunto do País, a taxa de desemprego situou-se nos 5,3%, diminuindo 0,6 pontos percentuais face ao trimestre homólogo e 0,8 pontos percentuais relativamente ao trimestre anterior.

 

Entre as regiões do País, as taxas de desemprego mais elevadas registaram-se na Península de Setúbal (7,4%), seguindo-se o Norte e a Grande Lisboa (5,7% cada).

 

No extremo oposto, a Região Autónoma da Madeira voltou a apresentar a taxa de desemprego mais baixa (3,5%), seguida do Centro e do Alentejo (4,0%), do Algarve (4,2%), do Oeste e Vale do Tejo (4,6%) e da Região Autónoma dos Açores (5,0%).

 

Para o Presidente do Instituto de Emprego da Madeira (IEM), Pedro Gouveia, “estes resultados refletem o dinamismo da economia regional e o investimento continuado do Governo Regional na qualificação profissional, reforçando a adequação entre as competências dos trabalhadores e as necessidades das empresas. A Madeira consolida, assim, uma trajetória sustentada de criação de emprego e afirma-se, uma vez mais, como a região do País com melhor desempenho neste indicador.”

 

A Secretária Regional sublinha ainda que “estes resultados representam mais oportunidades de emprego, maior estabilidade para as famílias e constituem um incentivo para prosseguirmos as políticas públicas que promovem a qualificação, a empregabilidade e a valorização do trabalho, assegurando que o crescimento económico continua a traduzir-se em mais qualidade de vida para os madeirenses e porto-santenses.”


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