6.ª edição do Festival de Dança Sénior reuniu esta quinta-feira, no Jardim Municipal do Funchal, participantes de vários concelhos e instituições da Região. Secretária Regional da Inclusão, Trabalho e Juventude destacou a importância da participação social, do convívio e da autonomia ao longo da vida.
A Secretária Regional da Inclusão, Trabalho e Juventude, Paula Margarido, participou, esta quinta-feira, 10 de setembro, na 6.ª edição do Festival de Dança Sénior Madeira, realizada no Jardim Municipal do Funchal, uma iniciativa que reuniu seniores de diferentes grupos e instituições da Região numa tarde dedicada à dança, ao convívio e à promoção do envelhecimento ativo.
Promovido no âmbito do projeto Dança Sénior Madeira, dinamizado pela Associação Exemplos Sábios há 12 anos, o Festival constitui um dos principais momentos anuais de encontro entre os participantes da modalidade, permitindo partilhar o trabalho desenvolvido ao longo do ano e promover o contacto entre pessoas provenientes de diferentes instituições e concelhos.
Na ocasião, Paula Margarido destacou a Paula Margarido destaca a dança como força de participação e envelhecimento ativo
6.ª edição do Festival de Dança Sénior reuniu esta quinta-feira, no Jardim Municipal do Funchal, participantes de vários concelhos e instituições da Região. Secretária Regional da Inclusão, Trabalho e Juventude destacou a importância da participação social, do convívio e da autonomia ao longo da vida.
A Secretária Regional da Inclusão, Trabalho e Juventude, Paula Margarido, participou, esta quinta-feira, 10 de setembro, na 6.ª edição do Festival de Dança Sénior Madeira, realizada no Jardim Municipal do Funchal, uma iniciativa que reuniu seniores de diferentes grupos e instituições da Região numa tarde dedicada à dança, ao convívio e à promoção do envelhecimento ativo.
Promovido no âmbito do projeto Dança Sénior Madeira, dinamizado pela Associação Exemplos Sábios há 12 anos, o Festival constitui um dos principais momentos anuais de encontro entre os participantes da modalidade, permitindo partilhar o trabalho desenvolvido ao longo do ano e promover o contacto entre pessoas provenientes de diferentes instituições e concelhos.
Na ocasião, Paula Margarido destacou a dimensão social de uma iniciativa que, através da música e do movimento, contribui para combater o isolamento, estimular as capacidades físicas e cognitivas e fortalecer relações e laços de pertença.
«Hoje não estamos aqui apenas para assistir a uma dança. Estamos aqui para celebrar a vida, o encontro, a amizade e a capacidade que cada pessoa tem de continuar a aprender, a descobrir e a participar, em todas as idades», afirmou a governante, defendendo que «a idade nunca pode ser uma fronteira para a vida».
A Dança Sénior é uma modalidade de âmbito internacional, criada na Alemanha e atualmente desenvolvida em 17 países, que utiliza a dança e o movimento como instrumentos de promoção do bem-estar, da participação social e do envelhecimento ativo.
Na Madeira, o projeto tem vindo a expandir-se ao longo de mais de uma década. Atualmente, está presente em cinco concelhos e 41 espaços, envolvendo centenas de participantes no Funchal, São Vicente, Santa Cruz, Câmara de Lobos e Machico, através de centros comunitários, centros de dia, universidades seniores, associações e outras respostas dirigidas à população sénior.
«São 12 anos de trabalho. Cinco concelhos. 41 espaços. E centenas de participantes», assinalou Paula Margarido, considerando que, mais do que traduzirem a dimensão alcançada pelo projeto, estes números representam «pessoas que saem de casa, que se encontram, que fazem amigos, que aprendem uma nova dança, que exercitam o corpo e a memória e que continuam a sentir que têm um lugar e um papel na sua comunidade».
Para a Secretária Regional, esta é também uma expressão concreta do envelhecimento ativo e saudável, que não se esgota no aumento da esperança de vida.
«Promover o envelhecimento ativo e saudável não pode significar apenas acrescentar anos à vida. Tem de significar acrescentar vida aos anos», salientou.
Paula Margarido enquadrou ainda esta orientação no trabalho desenvolvido pelo Governo Regional através do Plano Regional para o Envelhecimento Ativo e Saudável, centrado na promoção da autonomia, na prevenção da dependência, no combate à solidão e no desenvolvimento de respostas de proximidade.
«Queremos uma Madeira onde as pessoas possam envelhecer com autonomia, segurança e dignidade; onde possam permanecer, sempre que possível, nas suas casas e junto daqueles que amam, mas também onde continuem a ter oportunidades para sair, conviver, participar e fazer parte ativa da comunidade», afirmou.
A governante salientou, neste contexto, que as políticas dirigidas à população mais velha não podem limitar-se às respostas assistenciais, devendo igualmente valorizar a participação, a autonomia e o contributo dos seniores para a sociedade.
«Os nossos seniores não estão à margem da nossa comunidade. Fazem parte do seu presente e ajudam-nos, todos os dias, a construir o seu futuro», reforçou.
O Festival contou igualmente com a presença da Vereadora da Câmara Municipal do Funchal, Helena Leal; da Diretora Regional de Saúde, Bruna Sousa; da representante do Instituto de Segurança Social da Madeira, Tânia Martins; da Presidente da Junta de Freguesia da Sé, Fabrícia Teixeira; do representante da Direção Regional das Políticas Integradas e de Longevidade, Pedro Morgado; da Presidente da Associação Exemplos Sábios, Dércia Rodrigues; e de Rita Sousa, representante da Associação Brasileira de Dança Sénior, cuja participação conferiu uma dimensão internacional ao encontro.
Paula Margarido terminou felicitando a Associação Exemplos Sábios pelos seus 12 anos de atividade, bem como as instituições e os profissionais envolvidos e, em particular, os seniores que dão vida ao projeto, deixando uma mensagem que sintetizou o espírito da iniciativa:
«Envelhecer não significa deixar de fazer. Não significa deixar de aprender. Não significa deixar de sonhar. E, seguramente, não significa deixar de dançar.»dimensão social de uma iniciativa que, através da música e do movimento, contribui para combater o isolamento, estimular as capacidades físicas e cognitivas e fortalecer relações e laços de pertença.
«Hoje não estamos aqui apenas para assistir a uma dança. Estamos aqui para celebrar a vida, o encontro, a amizade e a capacidade que cada pessoa tem de continuar a aprender, a descobrir e a participar, em todas as idades», afirmou a governante, defendendo que «a idade nunca pode ser uma fronteira para a vida».
A Dança Sénior é uma modalidade de âmbito internacional, criada na Alemanha e atualmente desenvolvida em 17 países, que utiliza a dança e o movimento como instrumentos de promoção do bem-estar, da participação social e do envelhecimento ativo.
Na Madeira, o projeto tem vindo a expandir-se ao longo de mais de uma década. Atualmente, está presente em cinco concelhos e 41 espaços, envolvendo centenas de participantes no Funchal, São Vicente, Santa Cruz, Câmara de Lobos e Machico, através de centros comunitários, centros de dia, universidades seniores, associações e outras respostas dirigidas à população sénior.
«São 12 anos de trabalho. Cinco concelhos. 41 espaços. E centenas de participantes», assinalou Paula Margarido, considerando que, mais do que traduzirem a dimensão alcançada pelo projeto, estes números representam «pessoas que saem de casa, que se encontram, que fazem amigos, que aprendem uma nova dança, que exercitam o corpo e a memória e que continuam a sentir que têm um lugar e um papel na sua comunidade».
Para a Secretária Regional, esta é também uma expressão concreta do envelhecimento ativo e saudável, que não se esgota no aumento da esperança de vida.
«Promover o envelhecimento ativo e saudável não pode significar apenas acrescentar anos à vida. Tem de significar acrescentar vida aos anos», salientou.
Paula Margarido enquadrou ainda esta orientação no trabalho desenvolvido pelo Governo Regional através do Plano Regional para o Envelhecimento Ativo e Saudável, centrado na promoção da autonomia, na prevenção da dependência, no combate à solidão e no desenvolvimento de respostas de proximidade.
«Queremos uma Madeira onde as pessoas possam envelhecer com autonomia, segurança e dignidade; onde possam permanecer, sempre que possível, nas suas casas e junto daqueles que amam, mas também onde continuem a ter oportunidades para sair, conviver, participar e fazer parte ativa da comunidade», afirmou.
A governante salientou, neste contexto, que as políticas dirigidas à população mais velha não podem limitar-se às respostas assistenciais, devendo igualmente valorizar a participação, a autonomia e o contributo dos seniores para a sociedade.
«Os nossos seniores não estão à margem da nossa comunidade. Fazem parte do seu presente e ajudam-nos, todos os dias, a construir o seu futuro», reforçou.
O Festival contou igualmente com a presença da Vereadora da Câmara Municipal do Funchal, Helena Leal; da Diretora Regional de Saúde, Bruna Sousa; da representante do Instituto de Segurança Social da Madeira, Tânia Martins; da Presidente da Junta de Freguesia da Sé, Fabrícia Teixeira; do representante da Direção Regional das Políticas Integradas e de Longevidade, Pedro Morgado; da Presidente da Associação Exemplos Sábios, Dércia Rodrigues; e de Rita Sousa, representante da Associação Brasileira de Dança Sénior, cuja participação conferiu uma dimensão internacional ao encontro.
Paula Margarido terminou felicitando a Associação Exemplos Sábios pelos seus 12 anos de atividade, bem como as instituições e os profissionais envolvidos e, em particular, os seniores que dão vida ao projeto, deixando uma mensagem que sintetizou o espírito da iniciativa:
«Envelhecer não significa deixar de fazer. Não significa deixar de aprender. Não significa deixar de sonhar. E, seguramente, não significa deixar de dançar.»