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Nuno Maciel defende “instituições fortes e comunidades participativas”

Secretário regional presidiu ao ato de tomada de posse dos novos órgãos sociais da Casa do Povo da Calheta 12-09-2026 Agricultura e Pescas
Nuno Maciel defende “instituições fortes e comunidades participativas”

No dia nacional das Casas do Povo, o secretário regional de Agricultura e Pescas, Nuno Maciel, destacou durante a tomada de posse dos novos órgãos sociais da Casa do Povo da Calheta para o triénio 2026-2029, a importância destas instituições, considerando-as fundamentais na defesa da coesão social e na resposta às necessidades das populações.

 

Nuno Maciel sublinhou que “uma sociedade forte se constrói a partir de comunidades fortes” e defendeu uma valorização contínua das instituições que trabalham diariamente no terreno e próximas das pessoas.

 

“As Casas do Povo são estruturas vivas, profundamente enraizadas nas nossas freguesias e nos nossos concelhos, que continuam a ter um papel absolutamente essencial na resposta aos desafios sociais, culturais e profissionais das nossas comunidades”, afirmou.

 

Para o governante, o trabalho desenvolvido pela Casa do Povo da Calheta demonstra precisamente a capacidade destas instituições para se adaptarem às novas realidades, reforçando a formação, a qualificação, a empregabilidade, a cultura e o apoio social.

 

“É esta capacidade de acompanhar os tempos, sem perder a ligação às pessoas e à identidade das nossas comunidades, que faz a diferença. A política não pode estar desligada do território. Quem governa tem de ouvir, conhecer e apoiar quem está no terreno e quem trabalha diariamente para melhorar a vida das pessoas”, vincou Nuno Maciel.

 

O secretário regional deixou ainda uma palavra de felicitação aos membros dos novos órgãos sociais, presididos por Ana Filipa Ferreira de Sousa, sublinhando que o associativismo e as instituições de proximidade devem continuar a ser parceiros ativos na construção do futuro da Região.

 

“A Madeira precisa de instituições fortes, de dirigentes disponíveis e de comunidades participativas. É com esta rede de proximidade, com pessoas que dão o seu tempo e a sua capacidade ao serviço dos outros, que conseguimos construir uma Região mais coesa, mais preparada e com mais oportunidades para todos”, concluiu.

 

Criada em 1973, a Casa do Povo da Calheta tem desenvolvido uma intervenção diversificada nas áreas social, cultural, formativa e profissional, procurando responder às necessidades da população e reforçar a participação e a valorização da comunidade.

 

Ao longo dos últimos anos, a Casa do Povo da Calheta tem promovido ou acolhido diversas ações de formação, procurando responder às necessidades concretas da população e às oportunidades existentes no mercado de trabalho.

 

Entre as iniciativas mais recentes encontram-se formações de Marinheiro e Patrão Local, desenvolvidas em parceria com a escola RadarVirtual, ações na área da Gestão de Alojamento Local, cursos de Inglês, Costura e outras iniciativas de capacitação.

 

Particular destaque merece igualmente o trabalho desenvolvido pelo Polo de Emprego da Casa do Povo da Calheta, que constitui um importante serviço de proximidade para a população do concelho, no apoio a jovens e adultos desempregados ou à procura de melhorar a sua situação profissional.


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