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Madeira regista maior queda da taxa de desemprego no país

De acordo com as estimativas do INE para o mercado de emprego, divulgadas esta manhã, a taxa de desemprego no 2.º trimestre de 2019 na Região Autónoma da Madeira é de 6,9%, o valor mais baixo desde o início da série estatística em 2011. Este valor representa uma diminuição acentuada de -1,4 pontos percentuais relativamente ao 2.º trimestre de 2018, e uma variação de -0,1 p.p. face ao trimestre anterior. 08-08-2019 Inclusão Social e Cidadania
Madeira regista maior queda da taxa de desemprego no país

Esta evolução decorre do forte decréscimo da população desempregada cuja estimativa do INE aponta para um valor de 9,5 mil pessoas na região, numa variação de -15,1% face ao trimestre homólogo, com menos 1,7 mil desempregados.

Simultaneamente, verificou-se um crescimento acentuado da população empregada, que se fixou em cerca de 128,9 mil pessoas, mais 5,1 mil pessoas empregadas face ao trimestre homólogo (+4,2%), com maior impacto no setor da “Agricultura, produção animal, caça, floresta e pesca”, com um aumento de 2,1mil (+16,5%), enquanto que a Indústria e os Serviços apresentam variações de 6,6% (+1,1 mil empregados) e +2,0% (+1,9 mil empregados).

No conjunto das 7 regiões, os Açores apresentam a taxa de desemprego mais elevada com um valor de 8,2%, seguida da Área Metropolitana de Lisboa com 7,1%.

A Madeira apresenta a maior descida face ao 2º trimestre de 2018, destacando-se das demais, -1,4 pontos percentuais. Em sentido contrário, o Algarve, uma região também muito marcada pela atividade turística, registou uma subida de 1,4 p.p.. Em média global, a taxa de desemprego do país fixou-se nos 6,3%, numa redução de 0,4p.p. face ao 2º trimestre de 2018.

Quanto ao desemprego jovem a região apresenta um valor de 26,3% no final do 2º trimestre de 2019, com uma evolução favorável face ao trimestre anterior, que foi de 28,0%.

Quanto ao desemprego de longa duração, o INE/DREM estima que existiam cerca de 6 mil desempregados à procura de emprego há 12 ou mais meses, no 2º trimestre de 2019. Este volume corresponde a menos cerca de 600 pessoas do que no trimestre homólogo, com a respetiva taxa de desemprego de longa duração a passar de 4,9% no 2º trimestre 2018 para 4,4% no trimestre atual (-0,5 pontos percentuais).


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