O palacete foi sede da “Casa Americana”, uma fábrica de bordados, até 1937, ano em que um incêndio destruiu completamente as instalações. O edifício manteve-se ao abandono, até que a Região comprou o prédio. E, em abril de 2022 foram iniciadas as obras, que ficariam concluídas em finais do ano passado, após adaptação às necessidades do serviço a instalar.
O IMT, criado em dezembro de 2024, agrega, desde essa altura, as funções da ex-Direcção Regional dos Transportes e da Mobilidade Terrestre, assumindo as atribuições respeitantes ao setor dos transportes e mobilidade terrestre que estavam cometidas à então Direção Regional de Economia e Transportes Terrestres, com as funções do Instituto da Mobilidade e Transportes, da Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária e da Autoridade da Mobilidade e dos Transportes.
Como principais serviços desempenha: Regulação, licenciamento e fiscalização dos transportes terrestres; Gestão da mobilidade e dos transportes públicos; Gestão da bilhética integrada; Viação (títulos de condução e escolas de condução); Prevenção e segurança rodoviária e contraordenações.
Tem cerca de 100 colaboradores. E o conselho de administração é presidido pelo eng.º João Pedro Sousa. Cristina Loreto (vice-presidente) e Sandra Ladeira (vogal) são os outros membros do conselho.
Segundo revelado hoje pelo presidente daquele organismo, João Pedro Sousa, presenciais, realizaram-se cerca de 54 mil atendimentos no ano passado. O call center recebe, em média, 1.600 chamadas por mês.