“Quero sublinhar uma nota que distingue a Casa São José: a coragem de inovar. A direção tem pensado fora da caixa, testando novos modelos, combinando sustentabilidade financeira com missão social e apostando nas tecnologias como aceleradoras de inclusão e autonomia”, afirmou esta tarde a secretária regional da Inclusão, Trabalho e Juventude, Paula Margarido, na abertura do IV Congresso Mais Social.
Para a governante, é precisamente “esta inquietação criativa que mantém a Casa São José como referência e inspiração para toda a rede de IPSS da Madeira”.
Em representação do presidente do Governo Regional, Paula Margarido presidiu à sessão de abertura dos trabalhos do congresso, que decorre até amanhã no Museu da Imprensa, em Câmara de Lobos.
Durante a cerimónia, enalteceu “a liderança e a capacidade empreendedora” da direção da instituição, “cujas iniciativas se multiplicam e fazem a diferença na vida real”. Como exemplos, destacou o Centro de Dia, o Centro Comunitário, o projeto “+ Solidário” e o serviço de catering, que gera receitas próprias para reforçar a missão da Casa São José.
“Estes exemplos dizem-nos algo essencial: a Casa São José não assiste apenas, transforma, cria e devolve dignidade”, reforçou a secretária regional.
Lar cria 120 novas vagas
No mesmo contexto, Paula Margarido recordou o projeto da Casa São José que, através do Plano de Recuperação e Resiliência, permitirá criar 120 novas vagas em Estrutura Residencial para Pessoas Idosas, num investimento superior a 16,6 milhões de euros.
Referiu ainda “a consolidação de respostas para pessoas em situação de fragilidade, no valor de 1,3 milhões de euros”, iniciativa que contempla cinco unidades residenciais de autonomização para apoiar a transição para a vida comunitária.