O presidente do Governo Regional falava no final de uma visita àquela obra, executada pela Câmara Municipal de São Vicente, mas com o Governo Regional a suportar, através de contrato-programa, 3.372.500 euros do custo total de 3.500.000 euros.
«Esta frente-mar é belíssima, mas estava muito congestionada, não tinha espaços para esplanada, nem zonas de estacionamento», lembrou, questionado pelos jornalistas.
O governante elogiou fortemente o reaproveitamento dos espaços, «com parques infantis magníficos, ginásio ao ar livre, polidesportivos, dois campos de padel, o aumento das zonas de estacionamento e, sobretudo, a requalificação desta frente-mar».
Uma obra que, acrescentou, «vem criar uma nova centralidade e uma nova atratividade para o concelho, trazendo benefícios, na sede do concelho, para a economia local, designadamente para a restauração e demais oferta comercial que existe em toda esta frente».
Miguel Albuquerque disse considerar que o resultado da obra «está muito bem conseguido», lembrando tratar-se da última obra concluída no mandato de José António Garcês.
«Teve três mandatos excecionais. Fizemos muita coisa em conjunto, só faltou uma que vamos fazer, que é Estrada das Ginjas», garantiu, a concluir.
O projeto da Câmara Municipal de São Vicente, mas alvo de contrato-programa com o Governo Regional, contemplou a requalificação da frente mar, entre a ponte de São Vicente e a via expresso (túnel).
As obras começaram nos primeiros dias de janeiro de 2025 e ficaram agora concluídas.
Foi construída uma muralha de proteção à zona de restauração, a par de um pavimento de mobilidade partilhada.
A obra implicou, também, a construção de lugares de estacionamento e a construção de espaços para docas de autocarros.
Na zona do parque urbano, foram requalificados os equipamentos existentes, nomeadamente o polidesportivo e os balneários. E ainda construídos dois campos de padel e um parque infantil.