A Comissão Europeia publicou os resultados de uma auscultação feita pelo Eurobarómetro que revela que a maioria dos cidadãos da UE considera necessitar de mais informações para se preparar para catástrofes e emergências. As respostas revelam também que os cidadãos se sentem sobretudo expostos a riscos associados ao impacto das alterações climáticas, assim como a riscos sociais e de segurança.
O inquérito indagou pessoas de 27 Estados-Membros sobre qual a sua perceção da exposição aos riscos de catástrofes, o seu nível de conhecimentos e as fontes que utilizam para obter informações sobre os riscos de catástrofes. Pretendeu ainda saber até que ponto as pessoas estão bem preparadas para catástrofes e em que medida confiam nos serviços de emergência e nas autoridades.
No que diz respeito à vulnerabilidade pessoal aos riscos de catástrofes, os inquiridos em toda a Europa afirmam que se sentem principalmente vulneráveis a fenómenos meteorológicos extremos (38 %), emergências de saúde humana (27 %) e inundações (26 %). Pouco mais de um em cada cinco inquiridos menciona ameaças à cibersegurança – como ciberataques e cibercriminalidade – (23 %), tensões políticas ou geopolíticas – por exemplo, agitação civil ou divisões sociais – (22 %) ou perturbações críticas nas infraestruturas – tais como cortes de eletricidade ou perturbações no gás ou na água potável – (21 %).