Miguel Albuquerque começou por enaltecer que aquele livro «significa a atitude de um cidadão que assumiu com coragem a sua vocação». «Nem toda a gente, ao
longo da sua vida, tem a capacidade de fazer rutura e assumir aquilo que é a sua vocação natural. E o Carlos em boa hora fê-lo», elogiou.
«Fê-lo com humildade, com trabalho, com determinação e hoje é, sem qualquer dúvida, uma daas grandes personalidades das artes decorativas da nossa terra, mas também a nível nacional», enalteceu.
O líder madeirense recordou ainda o marco patrimonial, sobretudo ao nível da arte flamenga, que constitui a igreja matriz da Ribeira Brava, para frisar ser aquele, efetivamente, «o melhor local, que serviu de berço para a inspiração de Carlos Ramos, para a apresentação de um livro dedicado a uma vida, mas sobretudo a uma obra».
Uma obra que representa, salientou, «a criatividade do Carlos, a sua propensão natural para as artes decorativas, uma carreira feita de humildade, trabalho e esforço».
Neste sentido, disse não poder estar mais satisfeito, depois de ter-lhe sido entregue a medalha de mérito no Dia da Região, por estar naquele local «para constatar mas sobretudo para usufruir dos trabalhos criativos do Carlos».
«Ainda há poucos dias passei em Câmara de Lobos, foi o Carlos que fez a decoração, e estava maravilhosa. Aqui também. Portanto, é um criativo, um homem vocacionado para as artes. Obrigado, ao Carlos por esta obra magnífica», concluiu.