Este dia, para além de pretender sensibilizar para a importância do Braille, enquanto forma específica de comunicação, na plena concretização dos direitos humanos das pessoas cegas, ou com baixa visão, reflete uma vontade maior de aceder às aprendizagens, à informação e ao conhecimento, com vista a uma sociedade que se quer inclusiva e que atenda às diferentes modalidades. Graças ao Braille é possível garantir verdadeiramente, a este grupo específico de pessoas, o direito de ler e escrever, de sentir cada letra, cada palavra e cada frase, cada texto, de forma adequada e ao seu ritmo.
O Dia Mundial do Braille foi oficialmente proclamado na Resolução 73/161, da Assembleia Geral das Nações Unidas, a 17 de dezembro de 2018, reconhecendo-se, assim, que a promoção dos direitos humanos e liberdades fundamentais, no contexto do acesso à leitura e escrita são pré-requisitos essenciais para a realização desses direitos, por parte deste grupo de pessoas. O primeiro Dia Mundial do Braille foi celebrado a 4 de janeiro de 2019.
Desde o dia 25 de julho de 2025, o nosso país, reconhece a Aprendizagem e Uso do Braille, como Património Cultural e Imaterial de Portugal.
No seguimento da relevância desta importante data, a Divisão de Acompanhamento à Surdez e Cegueira (DASC), da Direção de Serviços de Educação Especial, está a organizar a iniciativa “Braille, Património Cultural e Imaterial de Portugal”, que terá lugar no próximo dia 23 de janeiro de 2026, às 10 horas, no Auditório da Escola Secundária de Francisco Franco, Escola de Referência no Domínio da Visão que possui no seu percurso em prol da educação, o acompanhamento a alunos cegos, ou com baixa visão, através da colaboração dos seus docentes e da intervenção de outros profissionais especializados, em articulação com a Direção Regional de Educação.
O programa do evento incluirá um conjunto de comunicações sobre a temática do Braille.
Guarde a data e fique atento à divulgação do Programa.