O presidente do Governo Regional, que se fez acompanhar por grande parte dos membros do seu Executivo, lembrou aos jornalistas que este foi um percurso «que veio beneficiar os comerciantes e os engenhos», acentuando que o volume de vendas de rum, no ano passado, foi de 5,7 milhões de euros.
O líder madeirense aproveitou ainda para denunciar aquilo que diz ser a ideia errada ou distorcida que todo este crescimento não tem beneficiado os produtores de cana.
«Nós temos 650 produtores de cana e a cana do açúcar foi paga aos produtores, no ano passado, a 5,1 milhões de euros.!», anunciou.
O governante falou ainda de outra ideia que também andam a apregoar e que também é distorcida, e que é preciso refutar, que é a de que o governo não apoia a cana. «A
comparticipação destes 5,1 milhões de euros, que foram pagos aos 650 produtores, é muito dinheiro. 60 por cento deste montante foi o governo que atribuiu. Através da comparticipação do apoio à produção agrícola», enfatizou.
Segundo Miguel Albuquerque, vive-se, na Região, «uma situação em que os produtores de cana ganham dinheiro, os engenhos e os comerciantes ganham dinheiro».
E., acrescentou, «o rum da Madeira continua a ser prestigiado e cada vez se está a fazer um rum com melhor qualidade». Lembrando a propósito, que uma garrafa antiga do nosso rum custa, neste momento, mais de 100 euros.
Lembre-se ainda que, em 2025, foram comercializados maia de 551 mil litros e que o Rum da Madeira já está à venda em 23 países.
E ainda que em 2015 o sector valia 400 mil euros e em 2025 já atingiu um valor de 5,7 milhões de euros em vendas.
O recinto conta com 10 stands: 5 dedicados a produtores de rum; 1 espaço para masterclasses; 4 áreas complementares.
Estão presentes os principais produtores regionais: Engenho Novo da Madeira (William Hinton); O Reizinho; Engenhos do Norte; Sociedade dos Engenhos da Calheta; Vinha Alta.