Como já vem sendo hábito nestes últimos anos, a Direção Regional de Educação leva a cabo, no 3º período, dois eventos: a Feira da Amizade e o Encontro Regional do Ensino Recorrente, que envolvem a colaboração e participação de alunos e professores do ensino recorrente.
Pelo 5º ano consecutivo, realizou-se, no Jardim Municipal do Funchal, a V Edição da Feira da Amizade. Este projeto que apela à participação de crianças, jovens e adultos em ações e projetos de utilidade social e comunitária, teve como propósito a angariação de fundos com o objectivo de apoiar uma instituição de solidariedade social. O ensino recorrente marcou presença nos dias 21 e 22 de maio, com dois stands. Este ano as receitas da venda dos produtos realizados pelos alunos reverteram para a Associação dos Amigos de Pessoas com Necessidades Especiais da Madeira.
Em ambiente de convívio e descontração realizou-se, no passado dia 20 de junho, em Machico, a XVII Edição do Encontro Regional do Ensino Recorrente. Para além de se ter proporcionado um momento de confraternização e troca de experiências entre alunos e professores dos cursos do 1º ciclo do ensino básico recorrente, proporcionou-se, também, um melhor conhecimento do Meio e da Cultura Regional através da visita à exposição colectiva “Memórias com História”.
Mais uma vez é possível encontrar n’O Mensageiro do Recorrente atividades diversificadas dinamizadas nos cursos de alfabetização de adultos, nomeadamente peças de teatro; passeios/convívios; caminhadas; participação em concursos; celebração de dias comemorativos; exposições; viagens; visitas de estudo e festas. Os alunos e professores do 1º ciclo do ensino básico recorrente continuam a partilhar um pouco do seu quotidiano dentro e fora da escola e dos trabalhos que desenvolvem na sala de aula.
Os “poetas” do ensino recorrente, que, coletivamente ou individualmente, escrevem poemas, têm oportunidade de divulgar o seu trabalho na seção de textos dos alunos deste jornal on-line. A título de exemplo, temos os poemas: “Dia da Floresta”; “Mãe! Como tu, eu queria viver”. Ficam, também, pequenos relatos de histórias de vida dos nossos “jovens alunos”, que nos contam como era “O ferro de engomar de outros tempos”; “A emigração”; “Os festejos de S. João noutros tempos” e, ainda, “A minha história –Tempos difíceis”