Entrar
Pesquisar
SRE
SRE
DRE
DRE
ADirecao
A Direção
Contactos
Contactos
Menu
SRE
Secretaria Regional de Educação
DRE
Direção Regional de Educação
A Direção
A Direção
Instrumentos de Gestão
Instrumentos de Gestão
Recursos Humanos
Recursos Humanos
Areas
Áreas
Educação e Ensino
Educação e Ensino
Educação de Infância e Educação Pré-Escolar
Educação de Infância e Educação Pré-Escolar
Ensino Básico
Ensino Básico
Ensino Secundário
Ensino Secundário
Educação de Adultos
Educação de Adultos
Recursos Especializados Especializados
Recursos Especializados
Áreas de intervenção técnico-pedagógicas
Áreas de Intervenção Técnico-Pedagógicas
Tecnologias de Apoio
Tecnologias de Apoio
Surdez e Cegueira
Surdez e Cegueira
Centros de Recursos Educativos
Centros de Recursos Educativos
Serviços Técnicos
Serviços Técnicos
Educação Especial
Educação Especial
Formação Profissional
Formação Profissional
Sugestões
Educação Artística
Educação Artística
A Educação Artística
A Educação Artística
Artes na Educação
Artes na Educação
Desporto Escolar
Desporto Escolar
O Desporto Escolar
O Desporto Escolar
Pré-escolar e 1.º Ciclo
Pré-escolar e 1.º Ciclo
2.º E 3.º CICLOS E SECUNDÁRIO
2.º e 3.º Ciclos e Secundário - Modalidades Desportivas
Eventos
Eventos
Documentos
Documentos
Formação Inovação
Formação Inovação
Formação
Formação
Edu-LE
Edu-LE
Documentos
Inovação Pedagógica
Inovação Pedagógica
Projetos
Projetos
ProjetosEuropeus
Projetos Europeus
Teia4wards
Teia4wards
Acreditacao
Acreditação
Estratégia Regional de Educação para a Cidadania
Estratégia Regional de Educação para a Cidadania
Protocolos
Protocolos
Ofícios Circulares
Ofícios Circulares
Publicações
Publicações
Legislação
Legislação
Ligações úteis
Ligações úteis
Contactos
Contactos
Entrar
Madeira está a elaborar uma nova geração de instrumentos de gestão territorial das zonas costeiras
Questões debatidas no Fórum dos assuntos marítimos das regiões ultraperiféricas
29-08-2019
Direção Regional do Ambiente e Mar
«A Madeira está a elaborar toda uma nova geração de instrumentos de gestão territorial das zonas costeiras, que incluem cenários de alterações climáticas e seus efeitos: erosão costeira, galgamentos e inundações, e tem aprovada uma estratégia de adaptação, particularmente para os sectores da agricultura, energia, saúde, turismo, floresta, recursos hídricos e biodiversidade», transmitiu Ara Oliveira, subdiretor regional dos Assuntos do Mar, em Bruxelas, durante o fórum dos assuntos marítimos das regiões ultraperiféricas, realizado recentemente.
O fórum, presidido pelo Comissário Europeu do Ambiente e Assuntos Marítimos, Karmenu Vella, foi dirigido à economia azul e aos riscos e oportunidades associados às alterações climáticas. As Regiões Ultraperiféricas (RUP) foram desafiadas a apresentar as suas estratégias de adaptação e o potencial da sua economia azul.
Ara Oliveira, em representação da Madeira, integrou o painel “Economia azul e adaptação climática”, tendo transmitido, como referido, que a Madeira está a elaborar uma nova geração de instrumentos de gestão territorial das zonas costeiras, que incluem cenários de alterações climáticas e seus efeitos: erosão costeira, galgamentos e inundações, e tem aprovada uma estratégia de adaptação particularmente para os sectores da agricultura, energia, saúde, turismo, floresta, recursos hídricos e biodiversidade.
Recordou, tal como reconhece a própria Comissão Europeia, os riscos e desafios desproporcionais a que estão sujeitas as regiões insulares. Efetivamente, geomorfologicamente, as ilhas e a faixa costeira são mais vulneráveis. As ilhas têm menos redundâncias nas comunicações, na energia, no transporte com o exterior, mais facilmente ficam isoladas, dependem muito do turismo, um sector económico muito sensível às alterações climáticas, e têm um património desproporcional, quer ao nível da dimensão de mar territorial e zona económica, quer sobretudo ao nível da sua enorme biodiversidade.
Ara Oliveira destacou particularmente a relevância da biodiversidade pelo facto de ser um pilar essencial para a resiliência do bom estado ambiental do maior ecossistema da europa: o Atlântico.
“As alterações climáticas são possivelmente o maior desafio que as RUP alguma vez enfrentaram” – afirmou, mostrando contudo estar seguro que as RUP terão sucesso, como sempre tiveram durante séculos de existência.
Aproveitou a oportunidade para alertar para a importância da Comissão Europeia e dos Estados Costeiros - Portugal, França e Espanha - providenciarem uma visão e uma agenda para o Atlântico e por instrumentos financeiros e cooperação adequados e proporcionais.
“É tempo da Europa e dos Estados olharem para as suas ilhas como investimento e não como despesa, como ativos e não como passivos” - considerou. Porquê? Porque as regiões insulares garantem mais ZEE, dimensão Atlântica, resiliência ecológica e porque as regiões insulares são por excelência observatórios das alterações climáticas, autênticos laboratórios naturais para monitorizar erosão costeira, testar sistemas de proteção costeira, avaliar impactos de espécies não indígenas, lixo marinho, correntes oceânicas, entre outros.
Na ocasião, foi entregue à chefe da unidade de adaptação climática da Comissão Europeia, Elena Visnar Malinovska, a Estratégia CLIMA – Madeira.
Autor:
Por favor, use apenas texto simples.
Email:
feedback:
Por favor, use apenas texto simples.
Fechar
Anexos
Descritores
Economia azul
mar
Este sítio utiliza cookies para facilitar a navegação e obter estatísticas de utilização. Poderá consultar a nossa Política de Privacidade
aqui.
Aceitar todos os Cookies
Aceitar apenas os cookies essenciais