Teve lugar na passada sexta-feira, dia 17 de janeiro, o 2.º módulo de formação sobre o RGPC, sob o tema de "Ética e Integridade nas Organizações"-os instrumentos do Regime Geral de prevenção da Corrupção. e com o seguinte roteiro:
1-Integridade e Cultura de Integridade;
2-O Problema da Fraude e da Corrupção;
3-A Prevenção de Riscos de Fraude e Corrupção nas Organizações.
A sessão foi dinamizada pelo Dr. António Maia do Mecanismo Nacional Anticorrupção (MENAC) e teve lugar no auditório da Escola Profisssional Francisco Fernandes e contou com a presença de 180 pessoas oriundos das Escolas e dos Serviços da Secretaria Regional de Educação, Ciência e Tecnologia. A sessão da manhã teve um cariz teórico e serviu para revisitar alguns conceitos. De tarde os formandos foram divididos em grupos de 4/5 pessoas para trabalharem na revisitação do código de conduta e plano de prevenção de riscos da(s) entidade(s) onde exerçem funções.
António Maia é Professor do Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas da Universidade de Lisboa, nas cadeiras de Ética e Deontologia da Administração Pública e Fraude e Corrupção na Gestão Pública. Tem licenciatura em Antropologia pelo ISCTE, Pós-graduação em Criminologia-Ciências Criminais, Mestrado em Sociologia pelo Instituto de Ciências Sociais e Políticas e doutoramento tb no Instituto de Ciências Sociais e Políticas, com doutoramento em Ciências Sociais, na especialidade de Administração Pública, com o título Fatores Organizacionais Explicativos da Corrupção.
É membro e presidente da direção do OBEGEF - Observatório de Economia e Gestão de Fraude (é uma associação, sem fins lucrativos, para a aquisição de novos saberes sobre a fraude e a corrupção, contribuindo, pela formação e informação, para a sua deteção e prevenção.)
Colabora regularmente com a imprensa, designadamente no Jornal Expresso, destacando aqui a sua crónica de final de ano, Controlar, combater e prevenir a corrupção em Portugal – o que nos trará 2025? onde aborda os contributos apresentados pelo OBEGEF em 2024 no âmbito da Agenda Anticorrupção, e da disponibilidade para, enquanto entidade da sociedade civil, continuar a colaborar na procura de soluções para aumentar a eficácia do controlo, combate e prevenção da corrupção no nosso país.