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Mais de 9.500 funcionários públicos viram carreiras descongeladas

O vice-presidente do Governo Regional, Pedro Calado, disse esta tarde, na sessão de encerramento do III Congresso da UGT Madeira, que, na Madeira, a decisão de descongelamento de carreiras já beneficiou mais de 9.500 funcionários públicos,entre os quais se destacam o pessoal docente, trabalhadores das carreiras gerais do SESARAM, e trabalhadores do Instituto de Segurança Social da Madeira, representando um esforço de quase três milhões de euros para o Governo Regional. 16-02-2019 Vice-Presidência
Mais de 9.500 funcionários públicos viram carreiras descongeladas

De acordo com Pedro Calado, isto só acontece devido ao clima de estabilidade e de paz social que se vive hoje na Região Autónoma da Madeira. Um equilíbrio que, tal como afirmou, “se conquistou também por força da Autonomia e da possibilidade de serem os madeirenses e os porto-santenses a escolherem, a cada momento, o que querem para o seu presente e para o seu futuro”. 

Foi a Autonomia, disse o governante, “que nos permitiu encontrar soluções com efeitos práticos para a vida dos madeirenses e dos porto-santenses. Respostas para os seus problemas efetivos. Por isso, e cada vez mais, ela deve ser defendida, com toda a nossa determinação”. 

Por isso, rematou Pedro Calado, “qualquer tentativa de roubar a Autonomia, de nos tirar essa possibilidade que temos de corresponder, diretamente, aos anseios das populações, é retirar qualidade de vida aos madeirenses e porto-santenses, é regressar ao centralismo do Estado e às consequências nefastas que esse tipo de modelo nos causou ao longo de séculos”.

Pedro Calado diz mesmo que “não vamos aceitar esse saque à Autonomia. Não podemos aceitar essa conspiração contra os madeirenses e porto-santenses, contra os seus interesses”.

Foi essa Autonomia que, entre outras coisas, disse Pedro Calado, “nos permitiu tomar medidas, por exemplo, no plano laboral. E devo dizer-vos que só não fomos mais longe porque a legislação, ainda com alguns vícios do centralismo, não nos permite”.

Por outras palavras, acrescentou, “no que depende do Governo Regional, ou nas matérias onde temos competência legislativa ou executiva, nós temos atuado, em benefício dos trabalhadores”.